Companhia Arteira

Companhia Arteira

A ARTE COMO FERRAMENTA DE TRANSFORMAÇÃO E ENCONTRO

A ARTE COMO FERRAMENTA DE TRANSFORMAÇÃO E ENCONTRO

A companhia

A companhia

A Companhia Arteira é um coletivo de artistas de Nova Friburgo/RJ, atuante desde 2008, com a missão de explorar e compartilhar as múltiplas linguagens do teatro em diálogo com a música, a dança, as artes visuais, o circo e as culturas populares.


Com um repertório autoral e premiado, a companhia já apresentou seus espetáculos em festivais como o SESC de Inverno, o Festival de Teatro Infantil de Niterói e o SESI Cultural, levando ao público montagens como "Alabumticabum", "Cartas", "Boi Arroba", "Sonho de uma Noite de Verão" e "Dona Sorte".


Além dos palcos, promove ações formativas, intervenções urbanas, cortejos e projetos como o "Companhia Arteira Convida" e o festival "Nossa Parte", com oficinas e apresentações gratuitas. Durante a pandemia, adaptou suas ações para o meio digital, fortalecendo sua presença nas redes e ampliando o acesso à arte.


Comprometida com a democratização cultural e o impacto social da arte, a Companhia Arteira segue criando, dialogando e encantando públicos de todas as idades com poesia, alegria e compromisso.

Nossa História

Nossa História

Conheça os principais marcos da nossa trajetória ao longo dos anos

2008–2010

Raízes e Primeiros Passos

A Companhia Arteira nasce em 2008, em Nova Friburgo/RJ, com o propósito de explorar a linguagem teatral em diálogo com outras expressões artísticas e ampliar o acesso à cultura. Nos anos seguintes, o grupo inicia suas primeiras apresentações públicas com sessões de contação de histórias em bibliotecas, escolas e unidades do SESC em Nova Friburgo e Teresópolis. Em 2010, apresenta sua primeira intervenção poética, “O menino que carregava água na peneira”, que já demonstrava o caráter lírico e experimental da companhia.

2008–2010

Raízes e Primeiros Passos

A Companhia Arteira nasce em 2008, em Nova Friburgo/RJ, com o propósito de explorar a linguagem teatral em diálogo com outras expressões artísticas e ampliar o acesso à cultura. Nos anos seguintes, o grupo inicia suas primeiras apresentações públicas com sessões de contação de histórias em bibliotecas, escolas e unidades do SESC em Nova Friburgo e Teresópolis. Em 2010, apresenta sua primeira intervenção poética, “O menino que carregava água na peneira”, que já demonstrava o caráter lírico e experimental da companhia.

2008–2010

Raízes e Primeiros Passos

A Companhia Arteira nasce em 2008, em Nova Friburgo/RJ, com o propósito de explorar a linguagem teatral em diálogo com outras expressões artísticas e ampliar o acesso à cultura. Nos anos seguintes, o grupo inicia suas primeiras apresentações públicas com sessões de contação de histórias em bibliotecas, escolas e unidades do SESC em Nova Friburgo e Teresópolis. Em 2010, apresenta sua primeira intervenção poética, “O menino que carregava água na peneira”, que já demonstrava o caráter lírico e experimental da companhia.

2011–2015

Criações Autênticas e Reconhecimento

Em 2011, a companhia estreia “Alabumticabum”, espetáculo autoral que viria a ser premiado anos depois no Festival de Teatro Infantil de Niterói, com destaque para melhor espetáculo, figurino e direção. Nesse período, também nascem os espetáculos “Cartas” (2012), vencedor de edital de montagem, “As histórias que o vento nos soprou” (2013), com narrativas da tradição oral brasileira, e “Boi Arroba” (2013), com forte presença da cultura popular. Em 2014, a Companhia Arteira é indicada ao Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro, consolidando seu reconhecimento regional. No ano seguinte, estreia a intervenção “Cadê a água que estava aqui?” e o Auto de Natal “Primeira Estrela”, ambos com música e textos próprios, reforçando o compromisso com temas sociais e celebrações populares.

2011–2015

Criações Autênticas e Reconhecimento

Em 2011, a companhia estreia “Alabumticabum”, espetáculo autoral que viria a ser premiado anos depois no Festival de Teatro Infantil de Niterói, com destaque para melhor espetáculo, figurino e direção. Nesse período, também nascem os espetáculos “Cartas” (2012), vencedor de edital de montagem, “As histórias que o vento nos soprou” (2013), com narrativas da tradição oral brasileira, e “Boi Arroba” (2013), com forte presença da cultura popular. Em 2014, a Companhia Arteira é indicada ao Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro, consolidando seu reconhecimento regional. No ano seguinte, estreia a intervenção “Cadê a água que estava aqui?” e o Auto de Natal “Primeira Estrela”, ambos com música e textos próprios, reforçando o compromisso com temas sociais e celebrações populares.

2011–2015

Criações Autênticas e Reconhecimento

Em 2011, a companhia estreia “Alabumticabum”, espetáculo autoral que viria a ser premiado anos depois no Festival de Teatro Infantil de Niterói, com destaque para melhor espetáculo, figurino e direção. Nesse período, também nascem os espetáculos “Cartas” (2012), vencedor de edital de montagem, “As histórias que o vento nos soprou” (2013), com narrativas da tradição oral brasileira, e “Boi Arroba” (2013), com forte presença da cultura popular. Em 2014, a Companhia Arteira é indicada ao Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro, consolidando seu reconhecimento regional. No ano seguinte, estreia a intervenção “Cadê a água que estava aqui?” e o Auto de Natal “Primeira Estrela”, ambos com música e textos próprios, reforçando o compromisso com temas sociais e celebrações populares.

2016–2018

Consolidação e Circulação

A fase seguinte marca o fortalecimento da companhia nos palcos da região e em festivais do estado. Em 2016, estreia duas importantes obras: a intervenção poética “Se alguém de repente me oferecer flores” e a montagem de “Sonho de uma Noite de Verão”, de Shakespeare, contemplada em editais públicos e exibida em projetos como o SESI Cultural e o Festival SESC de Inverno. Entre 2016 e 2017, a companhia ocupa mensalmente o Teatro Municipal de Nova Friburgo com o projeto EmCena e circula por outras cidades em iniciativas como o 1001 Espetáculos, do Grupo 1001.

2016–2018

Consolidação e Circulação

A fase seguinte marca o fortalecimento da companhia nos palcos da região e em festivais do estado. Em 2016, estreia duas importantes obras: a intervenção poética “Se alguém de repente me oferecer flores” e a montagem de “Sonho de uma Noite de Verão”, de Shakespeare, contemplada em editais públicos e exibida em projetos como o SESI Cultural e o Festival SESC de Inverno. Entre 2016 e 2017, a companhia ocupa mensalmente o Teatro Municipal de Nova Friburgo com o projeto EmCena e circula por outras cidades em iniciativas como o 1001 Espetáculos, do Grupo 1001.

2016–2018

Consolidação e Circulação

A fase seguinte marca o fortalecimento da companhia nos palcos da região e em festivais do estado. Em 2016, estreia duas importantes obras: a intervenção poética “Se alguém de repente me oferecer flores” e a montagem de “Sonho de uma Noite de Verão”, de Shakespeare, contemplada em editais públicos e exibida em projetos como o SESI Cultural e o Festival SESC de Inverno. Entre 2016 e 2017, a companhia ocupa mensalmente o Teatro Municipal de Nova Friburgo com o projeto EmCena e circula por outras cidades em iniciativas como o 1001 Espetáculos, do Grupo 1001.

2019–2021

Novos Formatos e Produções Digitais

Em 2019, estreia o espetáculo autoral “Dona Sorte”, que circula por diversos espaços culturais e festivais. No início de 2020, realiza o animado Cortejo Brincante de Carnaval, com elementos dos autos populares brasileiros, como bonecos, música e pernas de pau. Com a chegada da pandemia, a companhia adapta suas atividades para o ambiente digital, dando continuidade ao projeto “Companhia Arteira Convida” com oficinas, palestras e entrevistas no YouTube. Em 2021, realiza o 1º Festival de Histórias, produz vídeos premiados como “O Alquimista e a Peste” e “A roupa nova do Rei” e desenvolve o projeto “Cartas do Isolamento”, que envolve estudos, apresentações e ações inclusivas com tradução em Libras, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso à arte.

2019–2021

Novos Formatos e Produções Digitais

Em 2019, estreia o espetáculo autoral “Dona Sorte”, que circula por diversos espaços culturais e festivais. No início de 2020, realiza o animado Cortejo Brincante de Carnaval, com elementos dos autos populares brasileiros, como bonecos, música e pernas de pau. Com a chegada da pandemia, a companhia adapta suas atividades para o ambiente digital, dando continuidade ao projeto “Companhia Arteira Convida” com oficinas, palestras e entrevistas no YouTube. Em 2021, realiza o 1º Festival de Histórias, produz vídeos premiados como “O Alquimista e a Peste” e “A roupa nova do Rei” e desenvolve o projeto “Cartas do Isolamento”, que envolve estudos, apresentações e ações inclusivas com tradução em Libras, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso à arte.

2019–2021

Novos Formatos e Produções Digitais

Em 2019, estreia o espetáculo autoral “Dona Sorte”, que circula por diversos espaços culturais e festivais. No início de 2020, realiza o animado Cortejo Brincante de Carnaval, com elementos dos autos populares brasileiros, como bonecos, música e pernas de pau. Com a chegada da pandemia, a companhia adapta suas atividades para o ambiente digital, dando continuidade ao projeto “Companhia Arteira Convida” com oficinas, palestras e entrevistas no YouTube. Em 2021, realiza o 1º Festival de Histórias, produz vídeos premiados como “O Alquimista e a Peste” e “A roupa nova do Rei” e desenvolve o projeto “Cartas do Isolamento”, que envolve estudos, apresentações e ações inclusivas com tradução em Libras, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso à arte.

Integrantes

Integrantes

Cássio Campos

Cássio Campos é ator da Companhia Arteira de Teatro, com registro profissional nº 7336514/0030/RJ, atuando em Nova Friburgo. É também focalizador de Danças Circulares, cofundador da Casa de Artes Religare em Cordeiro/RJ e professor de teatro, desenvolvendo um trabalho artístico-pedagógico que une expressão cênica, movimento e cultura popular. Ao longo de sua trajetória, participou de diversas montagens teatrais, como Viúva porém honesta (dir. Paulo César Perrault), Flores da Obsessão (dir. Ribamar Ribeiro), e Sonho de uma Noite de Verão (dir. Gabriela Ribas). Também esteve em produções televisivas como A Casa da Mãe Joana, e atuou em criações autorais e coletivas com a Trupe Fora da Casinha. Cássio integrou espetáculos de dança contemporânea, como Passando geleia na cena geral e Isto não é dança, além de se destacar na contação de histórias com projetos como Conte-me outra vez, Mito Tupi-Guarani da Criação e Dona Sorte. Assina ainda a concepção, direção e produção da performance Manifesto Poético, inspirada na obra de Fernando Pessoa, e esteve à frente de produções musicais como os shows BRASILIDADES, de Carla Soul, e a apresentação de Wagner Tiso e Márcio Mailard. Sua atuação multifacetada e sensível faz de Cássio uma presença marcante na cena artística da Região Serrana do Rio de Janeiro.

Gabriela Ribas

Gabriela Ribas é atriz, diretora, professora de teatro e narradora de histórias, com DRT nº 18355/97. Bacharel em Artes Cênicas pela Uni-Rio (1999), atua com destaque na cena cultural de Nova Friburgo e região. Integra a Companhia Arteira de Teatro desde 2008, onde desenvolve um trabalho contínuo como atriz, diretora e produtora em espetáculos como Boi Arroba, Cartas (Prêmio Montagem Cênica 2012), Cadê a Água que Estava Aqui?, Sonho de uma Noite de Verão, Jogando em Todas e DORSO. Participou de produções audiovisuais como Os Invisíveis (dir. Miguel Vellinho), o curta Encontro dos Rios (dir. Renata Spitz) e o longa Poropopó (dir. Luis Egrejas). Atuou ainda no espetáculo O Sonho de Tuhu (dir. Rebeca Queiroz) e na obra Tudo o Que Está ao Meu Lado de Fernando Rúbio. É diretora da Associação Centro Cultural Viva desde 1997, à frente de projetos como o Ponto de Cultura Biblioteca Viva e o Circo Viva. Com uma trajetória que une teatro, circo e educação, Gabriela também integrou a Cia. Viva (1998–2016), o Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra, e fundou o VIVAMAIS – Centro Cultural para crianças, desenvolvendo ações em arte-educação. Foi professora e coordenadora de teatro no Colégio Nossa Senhora das Dores e atua atualmente na Oficina Escola de Artes de Nova Friburgo. Sua formação inclui ainda cursos na Escola Nacional de Circo e no Centro de Formação Waldorf, somando mais de duas décadas dedicadas à arte e à formação cultural de crianças, jovens e educadores.

Gero Band

Gero Band é ator e professor de teatro, com uma sólida trajetória dedicada às artes cênicas e à educação. Formado em Interpretação Teatral pela FEFIEG (UNIRIO) em 1973, possui pós-graduação em Teatro-Educação pelo Advanced Course of Speech and Drama da Central School of Speech and Drama – Politechnic of Central London (1975/1976), com a monografia "In Search of a Meaning for Drama". Participou de importantes oficinas de improvisação e palhaçaria com nomes como Volker Quandt e Claudio Amado. Iniciou sua carreira nos anos 1960 com o Grupo ATENA, em montagens como O Asilado e Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera, e atuou em clássicos como Medéia, Guernica e O Burguês Fidalgo. Na década de 1970, integrou projetos de teatro de rua e pesquisa de linguagem no Teatro Cacilda Becker, além de atuar como pesquisador no Greater London School Council sob orientação de Lynn McGregor. É autor da peça A Lenda da Pedra de Fogo (SBAT, 1973). Em Nova Friburgo, teve papel ativo na cena cultural, presidindo a Rádio Comunidade Friburgo e a Associação dos Artistas Profissionais da cidade, além de coordenar o Fórum da Agenda 21 e produzir o programa Hora Técnica da AEANF. Desde 2013, integra a Companhia Arteira de Teatro, participando de espetáculos como Boi Arroba, Cadê a Água que Estava Aqui? e Alabumticabum. Com uma carreira que combina atuação, educação e gestão cultural, Gero Band é uma figura essencial na valorização das artes cênicas e no fortalecimento da cultura local.

Jerônimo Nunes

Jerônimo Nunes é ator com registro profissional nº 25022, atuando na categoria Artista desde 1999. Sua trajetória no teatro é marcada por uma ampla diversidade de trabalhos cênicos, destacando-se pela versatilidade e presença nos palcos ao longo de mais de três décadas. Integrou diferentes grupos teatrais e participou de montagens como O Santo Milagroso (Grupo em Grupo de Artes Cênicas, 2012/2013), Cine Amor (Cômicos Anônimos, 2010), (Laboratório Cênico, 2006), Rei Morto... Rei Posto!!!, Cabaret Desejo e Amor Senil Amor (todos pelo Núcleo de Arte DS entre 1996 e 1998). Atuou também em espetáculos como Maristela em 10 Momentos (Nosso Grupo, 1996), Procurando Uma História, Dó Ré Mi se Faz Assim e Abandono (Cia do Teatro, entre 1993 e 1996), além de Alto da Alma (Teatro Expressão, 1999/2000) e Sangue Terror e Lágrimas (Núcleo de Arte DS, 1997). Com uma trajetória sólida e contínua, Jerônimo tem se dedicado à arte de interpretar com comprometimento e paixão, contribuindo significativamente para o desenvolvimento da cena teatral.

Silvia de Araújo Silveira

Silvia de Araújo Silveira é atriz (DRT 0048391/RJ), arte-educadora, bonequeira, contadora de histórias e pesquisadora de danças populares brasileiras. Natural do Rio de Janeiro, possui uma formação plural: é pedagoga pela UERJ, arte-educadora pela Escolinha de Artes do Brasil, graduanda em Letras-Libras pela Faculdade Única, formada em Pedagogia Waldorf e no método Ivaldo Bertazzo de Reeducação do Movimento. Ao longo de sua trajetória, atuou com a Cia. de Encenações Musicais de Lu Maia e Mauro Menezes, realizando apresentações em diversos teatros do Rio. Desenvolveu e coordenou oficinas e pesquisas em danças populares, que culminaram no espetáculo Danças da Terra e do Mar, com direção musical de Luhli. Desde 2008, integra a Companhia Arteira de Teatro, onde contribui de forma multifacetada, assinando cenografia, figurino e composições cênicas em vários espetáculos. Também atuou como cenógrafa e cenotécnica nos trabalhos da Cia. de Dança Márcio Cunha, nos espetáculos Rosário e Verde não quer dizer grama, Azul não quer dizer céu (2018). Com uma atuação artística comprometida com a cultura popular e a educação, Silvia constrói uma carreira marcada pelo cruzamento entre arte, corpo, movimento e ancestralidade.

Atuando desde 2008 na democratização do acesso à arte e à cultura em Nova Friburgo e região.

Rua Mac Níven, 45 – Centro – Nova Friburgo – RJ

@ 2025, Todos os direitos reservados Companhia Arteira

CONTATO

cia.arteira8@gmail.com

+55 22 98806-3113 (Gabriela)

+55 22 98131-1593 (Cássio)

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